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segunda-feira, 9 de julho de 2018

O que faz um Matemático?

Já ouvimos essa pergunta inúmeras vezes, muitas vezes formuladas por pessoas, jovens e por alunos, principalmente quando pretendem escolher uma profissão que seja de seu agrado e que gere uma boa renda em termos financeiros. Deixamos bem claro que focar somente o lado financeiro pode não ser a melhor opção, porque todo profissional deve gostar do que faz, para poder desenvolver suas atividades com amor e assim progressivamente alcançar todo sucesso esperado, como ser feliz em sua vida laboral.

Um Matemático é um profissional que pode atuar e desenvolver trabalhos em diversas áreas, tais como atuar nas atividades comerciais, econômicas, financeiras e tecnológicas, bem como atuar em pesquisas nas universidades e em muitos outros setores do conhecimento.


O matemático em suas atividades cotidianas, usa a lógica na formulação de teorias e no teste de hipóteses em pesquisas, sempre buscando novas ferramentas para resolver diversos problemas e até mesmo otimizar atividades para o desenvolvimento e progresso da ciência. Assim ele pode desenvolver aplicações envolvendo cálculos na pesquisa pura e na ciência aplicada. Buscando o conhecimento, focando o setor comercial, industrial e de serviços por exemplo, ele, muitas vezes desenvolve fórmulas e bancos de dados para interpretar e solucionar problemas de desenvolvimento de produtos, de produção e de logística em empresas.

Outro setor onde ele pode atuar de acordo com suas competências é o relacionado com a educação, em que ele está habilitado a lecionar nos ensinos Fundamental, Médio e Superior.

A seguir podemos dar aos leitores, alguns ramos em que o matemático pode desenvolver seus projetos e colaborar de uma forma laborativa: 







  • Matemática Aplicada: Esse ramo talvez seja o de maior importância científica porque o profissional envolvido pode aplicar muitas técnicas matemáticas, estatísticas e computacionais promovendo a solução de problemas nas mais variadas áreas inerentes, tais como na engenharia, arquitetura, medicina e agricultura. A matemática pode ser aplicada aos negócios e já existe cursos superiores com essa temática, principalmente envolvendo conceitos da probabilidade e da estatística e que vale a pena o leitor pesquisar e evidentemente se inteirar.
  • Matemática Industrial: O matemático pode atuar com as questões relacionadas à organização de uma empresa, buscando otimizar a sua produção, apontando soluções com novos produtos, assim como no desempenho dos funcionários.
  • Matemática Computacional: Ele também pode desenvolver aplicativos, apontando novas tecnologias e projetos para escolas, empresas entre outras corporações.
  • Matemática Empresarial: Pode ele também atuar e trabalhar com ferramentas matemáticas e técnicas de gestão para solucionar problemas relacionados às finanças, ao marketing e à logística.
Resumindo, podemos dizer que o Matemático é um profissional muito versátil e que pode atuar com sucesso em muitas áreas do conhecimento, assim como desenvolver trabalhos em pesquisas e nos mais variados setores que conhecemos. Quando ele desenvolve conhecimento na área da tecnologia certamente muitas outras áreas são beneficiadas, com por exemplo, propondo soluções nas atividades das corporações financeiras, comerciais, da saúde entre outras. 

Conclusão:
Muitas vezes utilizamos um celular, o computador, assistimos jogos da copa pela televisão e nem imaginamos quanto de conhecimento foi necessário para que esses confortos da vida moderna e cotidiana chegasse até nós. Certamente foi necessário o trabalho de muitos profissionais como engenheiros, matemáticos, físicos, etc., para que todos esses produtos se desenvolvessem dessa forma. E aí podemos afirmar que houve muitos conceitos da matemática envolvido, seja na tecnologia empregada pela indústria ou pela mão de obra qualificada envolvida no desenvolvimento desses produtos com tamanha perfeição e plenitude. Continue prestigiando e lendo nossos artigos envolvendo sempre a matemática em todos os níveis do conhecimento.

Espero que nosso leitor tenha gostado do artigo e que compartilhe com seus amigos e pares para fazer circular o conhecimento. Pedimos a todos que nos ajudem na consolidação, fortalecimento e desenvolvimento desse espaço educativo, cadastrando-se como seguidores.

Finalizando, agradecemos a todos pela visita e apoio. Muito obrigado!
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segunda-feira, 21 de maio de 2018

Conhecendo as Dificuldades no Aprendizado da Matemática!

Na relação pedagógica entre professor e aluno, ou melhor aquela que envolve o processo de ensino e aprendizagem de matemática, nos deparamos com muitas situações e problemas de assimilação, compreensão dos muitos conteúdos dessa disciplina que algumas vezes fogem do nosso controle profissional. É muito comum e até normal as crianças, adolescentes e ate alguns alunos em níveis mais avançados do conhecimento terem problemas em alguma fase de estudos, e isso envolve não só a Matemática, mas outros ramos do conhecimento. Claro que na Matemática visualizamos maiores dificuldades de entendimento porque exige do estudante maior atenção e concentração nas aulas por ser uma matéria abstrata que envolve o raciocínio e o pensamento do estudante. Mas deixamos claro que existe um limite entre essas dificuldades normais de entendimento e até por não gostar da disciplina por razões pessoais, e aqueles outros estudantes, que embora se esforcem e se dediquem pelos estudos, e que mesmo assim podem apresentar sintomas e bloqueios mais graves e evidentes para assimilação dos conteúdos normais tratados pelo professor em sala de aula. Deixamos claro que os excessos verificados em relação as dificuldades excessivas de assimilação não são normais e precisam ser melhor investigadas pelo professor, de preferência com a supervisão da equipe escolar. Mas, existem algumas dificuldades relacionadas com a falta de base escolar que indicam falhas pedagógicas em seus métodos de ensino de responsabilidade do professor e até da própria escola. Muitas vezes um acompanhamento individualizado resolve essas falhas, inclusive com o acompanhamento de um professor de reforço para auxiliar os conteúdos que apresentam maiores dificuldades de assimilação.  Em outras situações mais graves e quando já foi esgotado todas tentativas para promover a aprendizagem, então a escola com o auxílio dos pais e responsáveis devem buscar outras formas de sanar essas dificuldades mais evidentes. 

Quando as crianças e adolescentes apresentam quadros depressivos e ansiedade isso pode até gerar problemas emocionais como estresse no convívio social. Em pesquisas recentes observou-se que esses transtornos podem gerar conflitos como indisciplina, rebeldia ou preguiça, fazendo com que muitos alunos abandonem a escola causando evasão escolar e até mesmo odiando seus estudos.
Sabemos que esses transtornos envolvem alguns poucos estudantes (de 3 a 6%), e que certamente nesses casos específicos, a culpa não é do professor, nem do aluno e tampouco da escola em que o aluno estuda. Trata-se de um transtorno e bloqueio do aprendizado e que deve ser encarado com muito cuidado por pessoas habilitadas acompanhado pela equipe escolar. Certamente esses alunos envolvidos devem ter um tratamento mais de perto até que possam superar esses bloqueios e voltarem a ter um comportamento normalizado.

No ensino de matemática e de outras disciplinas encontramos dúvidas e muitos obstáculos que poderiam ser evitados, se os pais e responsáveis incentivassem mais cuidadosamente seus filhos aos estudos e gosto pelo aprendizado de matemática, principalmente nos primeiros anos de vida, quando se dá a formação inicial e o interesse deles pelos números e o gosto em relacionar objetos e formas. Mas, existe outras razões que devemos apontar quando encontramos algumas dificuldades evidentes em compreender a matemática. São questões que fogem do controle escolar, porque estão relacionadas com a saúde mental e transtornos de ordem emocional. 

O que os pais e responsáveis não sabem é que muitas vezes seus filhos não estão aprendendo de forma adequada, principalmente os conteúdos tratados pela matemática, não por preguiça ou por falta de estudo, mas pelas questões citadas. Existem algumas dificuldades psicológicas e até de ordem emocional que muitas vezes dificultam a atividade educativa de uma forma que precisa ser investigada e tratada por pessoas capacitadas. Uma delas que é a mais comum mas que talvez os estudantes e seus pais não sabem é a discalculia. 

O que é a discalculia?
Segundo especialistas, a discalculia é um transtorno neurológico que atinge cerca de 6% da população mundial e que dificulta o aprendizado normal da Matemática. Então, devemos ficar atentos quando observamos que o aluno tem grandes dificuldades de assimilação escolar, embora esteja estudando os conteúdos adequados e que estude e se dedique satisfatoriamente ao aprendizado. Deixamos claro que quando seu filho tira notas baixas e vai mal na escola, nem sempre tais anormalidades são consequências desse tipo de comportamento ou transtorno, pois existem outras causas que merecem ser investigadas e muitas vezes tratadas por especialistas devidamente capacitados. Por isso é fundamental conversar com o professor responsável e pela equipe de apoio escolar para saber qual é o problema e a realidade que está afetando essas dificuldades apresentadas pela criança envolvida nesse contexto.

Entenda agora do que se trata a discalculia que atrapalha demasiadamente o entendimento e compreensão dos conteúdos de matemática.






É nada mais do que um déficit de aprendizagem que acomete a capacidade específica de entender e lidar com os números. Do ponto de vista prático do ensino e da aprendizagem, o fato das crianças estarem com discalculia implica que eles não tem a capacidade de compreender e fazer operações com os números. Isso tem implicações muito sérias porque sabemos que toda pessoa tem que desenvolver e superar tais dificuldades. Evidentemente que em algum momento da vida, o aluno e a pessoa acometida vai se livrar desse problema, pois os números estão presentes no cotidiana de todos. Em termos gerais, podemos afirmar que lhes faltou talvez uma motivação inicial para o desenvolvimento da compreensão de números e das operações numéricas. E, isso todas crianças em idade menor ou até mesmo quando são bebes devem ser incentivadas pelos pais para desenvolverem tais habilidades com brinquedos, formas geométricas, habituando-se em efetuar contagem, relacionar objetos, monitorar e resolver quebra cabeças, entre outras. 
Quando analisamos os alunos com discalculia, em relação à educação matemática, podemos arriscar e apresentar uma descrição resumida deste tipo específico de comportamento:

1) Esses alunos, ao contrário da maioria dos outros que não apresentam tais dificuldades, possuem um senso numérico intuitivo muito limitado; eles não possuem uma "sensibilidade" natural para compreender quantidades e relacionar os números;

2) Ainda eles mantêm um conceito limitado de número "baseado na unidade"; 

3) Eles vêem pequenos números como grupos confusos ou "conjuntos" de unidades, e grandes números como conjuntos ainda mais nebulosos de unidades;

4) Muitos deles têm um conceito equivocado do número que permanece quase estático e sabe muito pouco sobre seu desenvolvimento, geralmente permanecendo em grande parte baseado apenas nas unidades.



Segundo especialistas, a discalculia tem implicações muito fortes também do ponto de vista do bem-estar emocional dos estudantes. De fato, devido aos grandes esforços que a aprendizagem da matemática exige, sem conseguir êxito no aprendizado, a maioria dos alunos acometidos com discalculia, sem saber a razão de suas dificuldades afirmam categoricamente que não gosta de matemática, ao contrário, sentem-se desencorajados durante as lições e conteúdos da matemática. Assim, eles, desenvolvem estratégias de evitação, como ir ao banheiro, apontar para os lápis, dor de cabeça, etc. Notamos que esses alunos algumas vezes sofrem com bullying ou até mesmo são provocados por seus pares e às vezes perseguidos e desanimados até mesmo pelos pais e por professores menos avisados que não entendem o motivo dessas reais dificuldades.

Então, verificamos que a falta de compreensão das pessoas que deveriam incentivar e motivar esses alunos pode levar ao agravamento da situação e assim eles apresentam alguns sintomas tais como:

a) Podem vir a sofrer de ansiedade matemática, o que prejudica ainda mais a capacidade de compreensão numérica;

b) Como ficam com baixa estima eles podem começar a se preocupar com suas habilidades de aprendizado em geral; e assumem equivocadamente que nunca serão capazes de desenvolver esse aprendizado.

c) Existe ainda o agravamento pelo ensino tradicional, que fornece o aspecto mnemônico de aspectos importantes da aritmética, e que infelizmente não ajuda em nada esse tipo de aluno.

Será que o professor pode ajudar os alunos com discalculia? 
A resposta é que sim e conheça aqui algumas sugestões:
I) Os números são muito abstratos e geralmente as operações com eles são ensinadas de uma maneira decididamente abstrata. Os alunos com discalculia, por outro lado, são capazes de entender muito melhor todas as áreas da aritmética se, nos estágios iniciais, forem encorajados a usar materiais manipulativos para tornar tudo mais transparente e concreto;
II) Muito da linguagem usada para descrever operações numéricas é de difícil entendimento para estudantes com discalculia (por exemplo, não é fácil para eles entenderem o que significa quando falamos "2 para 3").
III) Devemos ter em mente que a linguagem deverá ser simples e que aquela forma mais abstrata pode dificultar a compreensão, e que então o professor deve favorecer uma linguagem diária, simples e transparente, e ainda mais deve estar preparado para reformular o método de ensino, e que suas explicações até que esteja certo de que todos alunos entenderam seu significado.
IV) Aconselhamos que os professores estruturem uma didática com pequenos passos progressivos, procedendo ao passo dos discalculinos e oferecendo-lhes a possibilidade de praticar bastante, por meio de explicações e exercícios repetidos por diversas vezes.
V) Os professores devem limitar as cargas de memória, tanto a longo prazo quanto no local de trabalho, enfrentando fatos numéricos difíceis com os alunos e um número limitado de procedimentos fáceis de entender.
VI) Os alunos precisam ser exercitados em habilidades numéricas, tanto quanto possível, através de jogos simples e rápidos, que são divertidos e tornam as aulas mais agradáveis.

De uma forma geral, sabe-se que a maioria dos alunos assimilam e entendem com facilidade, enquanto que alguns outros precisam de maiores incentivos com lições práticas, acompanhadas com exemplos voltados ao entendimento do que se quer ensinar. Mas, existem alguns conteúdos específicos que exigem maior empenho e habilidade do professor em ensinar porque exigem maiores habilidades de compreensão e nesses casos é de bom tom sempre voltar e recapitular a matéria tratada, para que o aprendizado de fato se concretize. 

Conclusão!
Na nossa modesta opinião é muito importante que o professor fique atento ao comportamento da sua sala e saiba observar e avaliar seus alunos, para então investigar como anda o aprendizado e necessariamente criar uma atmosfera positiva, promovendo condições positivas e suficientes para obter sucesso de aprendizado, principalmente envolvendo a matemática. Por exemplo, o professor deve ajudar os alunos a se sentirem motivados e verdadeiramente capazes de estudar e aprender cada assunto específico, tranquilizando-os sobre o fato de que todos são capazes e aprenderão em seus próprios ritmos, sempre elogiando cada conquista ou passo à frente, por menor que seja. O acompanhamento do processo de aprendizado é muito importante para obter sucesso nessa relação que por vezes é conturbada e até muito deficitária.

E, não obtendo todo o sucesso esperado, nunca devemos desistir com facilidade e colocar a culpa total nos alunos, supostamente que não aprendem, porque estariam "bloqueados" ou incapacitados ao aprendizado. Se na sua sala existem 40 alunos, a maioria deles ou cerca de 94% (mais de 37 alunos) não tem qualquer problema relacionado com a discalculia, restando apenas menos de 3 deles com possibilidade desse estar acometido desse transtorno de aprendizado. Além disso, como os alunos com discalculia demoram a produzir as respostas e o resultado esperado, o professor deve respeitar sua posição, prestando atenção aos sinais que podem sinalizar que não sabem como proceder e incentivando-os a expor e transpor suas dificuldades de assimilação e consequente aprendizado.

Espero que o nosso leitor tenha gostado do artigo e que o compartilhem, via rede social, ou até mesmo que divulgue nosso endereço aos seus amigos e pares, para que esse conhecimento não fique paralisado. Caso tenha gostado do nosso site e queira receber outros artigos educativos sempre relacionado com a educação matemática, cadastre-se gratuitamente como seguidor do blog e assim ainda estará nos ajudando na consolidação e divulgação desse importante espaço educativo.

Finalizando, agradecemos a todos pela visita e apoio. Muito obrigado!
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