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terça-feira, 14 de novembro de 2017

A Importância dos Erros no Aprendizado de Matemática!

É Possível Ensinar e Aprender com os Erros de Matemática?
Talvez uma das maiores virtudes, não só dos alunos, professores, mas de todos seres humanos seja analisar, avaliar e aprender com seus erros, tanto de matemática, quanto nos demais campos do conhecimento e em todos os setores da vida cotidiana das pessoas. Claro que podemos e sobretudo devemos evitar os erros, sempre revisando os conteúdos com maiores dificuldades de entendimento, mas quando eles ocorrem devemos investigar e aprender com eles,  pois eles nos mostram caminhos equivocados, inclusive nessa oportunidade retificando os pensamentos absurdos que devem ser revistos. Quando numa questão ou problema de matemática percebemos que usamos argumentos inadequados, ou até mesmo verificamos que as falhas se devem aos conteúdos que ainda não dominamos, devemos corrigir, voltando a sanar tais falhas para depois avançar gradativamente e com maior segurança para superarmos essas deficiências verificadas. Verificamos que muitas vezes os alunos ficam receosos em perguntar e tirar algumas dúvidas coletivamente, temendo serem hostilizados por seus pares, por julgarem essa postura como uma fraqueza ou algo enfadonho. Para evitar esses desajustes, seria importante que o mestre propusesse atividades com o objetivo de avaliar, se os seus alunos estão assimilando os conteúdos tratados em sala de aula.

Acontece que em outras ocasiões, o professor fica frustado, ao observar certos erros considerados até "infantis" que seus alunos cometem, tanto nas provas, quanto nas tarefas e frequentemente em aulas expositivas, se esquecendo de ter a humildade de parar e voltar para uma revisão para sanar tais dificuldades. No entanto, saber entender e lidar com os erros pode fazer toda diferença para otimizar e alavancar o aprendizado. Mas não é somente na matemática que ocorrem equívocos. Quem nunca deletou alguma palavra, retificou uma frase, alterou ou excluiu qualquer número, mudou uma expressão ou até mesmo uma equação mal formulada, seja no campo da matemática ou de outras áreas do conhecimento. Certamente todos nós já usamos a borracha  para apagar algo que não foi bem escrito, ou até mesmo para reescrevê-lo da forma que se considera melhor ou mais adequada, ou simplesmente, para escrever e expressar uma ideia que seja diferente e mais apropriada.

O erro pode ser considerado fracasso escolar?
Na escola, aprendemos que sempre existe somente uma resposta correta para cada pergunta. E aquele aluno que respondesse certo, e também mais rapidamente, ganha os parabéns, acumula pontos e principalmente a consideração e consegue boas notas da professora. Por esse motivo, todos nós, mesmo de forma inconsciente, quando estamos envolvido com educação e aprendizado, consideramos equivocadamente o erro como negativo e sinalizando algo depreciativo e que representa o fracasso escolar. Assim, quando o aluno tira uma nota baixa, logo chamamos o estudante e os responsáveis para punir e repreender negativamente. Com essa postura, deixamos de investigar e saber onde ocorre as falhas, assim como retificar possíveis formas equivocadas de ensinar e aprender. 
Pois foi exatamente isso que nos levou a refletir sobre a permissão de errar, não como um hábito ou um fim em si mesmo, mas como um processo natural que faz parte do ensino e aprendizagem. Até mesmo na vida cotidiana eles ocorrem e nos deixam lições e experiências que levam ao aprendizado na vida, nos relacionamentos, nos negócios, na escola e na sociedade.
Na escola da vida, a gente mais acerta do que erra, mas também erramos muitas vezes e que corrigir tais equívocos são normais e até nos direcionam para acertar, pois a partir da observação destes erros podemos tirar lições importantes para conseguirmos superar e melhorar aquilo que não sabemos resolver. Muitos cientistas famosos como Albert Einstein, Leonardo Da Vinci para se tornarem os maiores em suas respectivas áreas, também já erraram e experimentaram decepções, mas não desistiram e insistiram e assim conseguiram a glória e todos seus feitos que conhecemos.
O erro é humano, e deve ser encarado de forma natural, pois ele faz parte do processo biológico da vida. E pode ser usado para o crescimento, para a evolução e para a colaboração. Desde que conduzido de forma construtiva e criativa ele nos ajuda no crescimento e mostrando as falhas a serem superadas. O erro pode ser colaborativo. Não queremos dizer que os acertos devem ser descartados ou menosprezados pois eles nos dão o feedback para continuarmos realizando e entregando um bom trabalho escolar ou até mesmo sinalizando sucesso e realizações tanto na vida pessoal como no aspecto profissional.
Quando focamos a Matemática, vemos que os erros nos mostram que nossas ideias devem ser melhor analisadas e avaliadas e conhecendo onde houve um equívoco, isso nos orienta para superação e correção dessas deficiências momentâneas. 

Vamos dar apenas um exemplo onde ocorreu um possível erro da matemática. Se qualquer um de nossos alunos quisesse saber quanto vale a expressão: 2²x2³ e escrevesse como resultado: 4^5, ele cometeu um erro, pois o correto seria considerar a base 2 e somar os expoentes. Assim, teríamos que: 2²x2³ = 2^5. Poderíamos mostrar com maiores detalhes que 2²x2³ é o mesmo que 2x2x2x2x2 = 32 ou seja corresponde ao valor de 2^5. Veja então que o aluno cometeu um equívoco muito comum que foi multiplicar equivocadamente as bases e poderia ser melhor trabalhado em sala de aula, levando-o ao entendimento suficiente para superar futuramente essa falha ou deficiência.

CONCLUSÃO!





Na nossa modesta opinião, muitos professores não dão toda importância necessária na correção das provas e simplesmente ignoram os erros e equívocos cometidos pelos alunos na resolução de questões de matemática, perdendo uma oportunidade única de verificar as falhas de aprendizado de seus alunos. Percebemos que na prática, o professor se sente inseguro em voltar com determinados conteúdos que não foram inteiramente assimilados por alguns alunos e quer cumprir o programa a todo custo, pois a escola e seus gestores cobram por isso, esquecendo-se de que a qualidade do aprendizado fica demasiadamente prejudicada com essa postura. Nas escolas chinesas a aula não prossegue, enquanto todos não aprenderem os conteúdos ensinados na sala de aula, e talvez por isso por lá, verificamos o sucesso total de aprendizagem principalmente na matemática. Vemos com  bons olhos, as aulas de reforço em horários previamente fixados que deveriam suprir esses transtornos e dificuldades verificadas no ensino e aprendizagem principalmente de matemática e outras matérias correlatas. No entanto, muitas vezes esses discentes, por questões diversas, acabam não se interessando ou frequentando essas aulas, causando um ciclo vicioso e maiores dificuldades em níveis mais avançados do conhecimento. 

Infelizmente hoje verificamos que a maioria dos alunos chegam na universidade sem uma base sólida de matemática e de outros conhecimentos necessários para ter êxito e sucesso de aprendizado nesse importante ciclo escolar. Resolver essas questões seria de extrema importância para que essas pessoas possam chegar ao mercado de trabalho com plena capacidade intelectual, profissional e desenvolver suas funções profissionais com coerência, habilidades e total satisfação de seus clientes.

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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Os Paradoxos da Educação no Brasil

Atualmente nossa educação passa por profundas transformações, buscando se adequar aos novos tempos, em que a tecnologia tais como o celular, tablets, o computador e outros dispositivos eletrônicos de comunicação, entretenimento e informação ganham destaque nesse cenário cotidiano. Assim, percebemos que nossos gestores educacionais estão mergulhados em vários paradoxos, para indicar quais seriam as melhores soluções para que nosso país possa sair dessa crise de ensino e aprendizagem nas escolas brasileiras. Esses vários paradoxos educativos, muitas vezes mais confundem do que apontam os melhores caminhos, numa tentativa de explicar a baixa qualidade da educação. Será que colocando a culpa no aluno que não aprende porque não presta atenção na aula, que pouco estuda, ou mesmo no professor que não tem competência e treinamento adequado para ensinar, e até na família que não apoia seu filho para se dedicar aos estudos, etc. seriam as razões dessas dificuldades de aprendizagem. Verificamos que nosso governo representado por seus gestores educacionais que deveriam solucionar e apontar os caminhos mais adequados, muitas vezes estão acomodados em seus escritórios luxuosos e confortáveis, ganhando salários expressivos, lá nas grandes cidades, não resolvem essas questões por descaso ou até para se eximir de suas responsabilidades. O que percebemos é que temos uma enorme precariedade tanto em estrutura quanto em material humano em muitas escolas, onde faltam condições mínimas para que ocorra o sucesso de aprendizado, entre outros fatores que vamos detalhar mais a seguir. Vamos fazer um retrospecto e analisar como anda essa relação de aprendizado nas escolas brasileiras. Hoje muitos pais estão receosos e já não acreditam que as escolas possam ensinar seus filhos e buscam novas formas alternativas de ensino, buscando complementar e até ensinar suas crianças em seus lares. No entanto sabemos que esse tipo de ensino não é regulamentado em nosso pais e ainda mais as crianças precisam aprender não só as disciplinas como Língua Portuguesa, Matemática, Geografia, etc. mas também aprender regras sociais, e se relacionar com seus pares.  

Muitos acreditam que o professor é um poderoso ser supremo que pode tudo, seria um ser dotado de inesgotável força de vontade que deve estar permanente disposto a se superar a todo momento no cumprimento de sua missão. Achamos que ele também tem uma parcela de culpa pela decadência no ensino, mas existe outros problemas que muitos fazem questão de não enxergar. O importante é que cada um reconheça sua parcela de responsabilidade e se supere para que a educação melhore. O que o governo ainda não percebeu, é que os problemas da educação são problemas políticos, sociais e culturais. São vários os fatores que levam o aluno a um déficit de aprendizagem. Entre os quais podemos citar além da falta de estrutura física das escolas, principalmente a pública que não tem equipamentos tais como computadores, lousa digital, bibliotecas, entre outros que poderiam motivar os alunos ao aprendizado. Outro problema é a progressão continuada que é adotado em alguns municípios e estados, o qual estimula a aprovação automática dos alunos, e todos eles sabem que serão promovidos mesmo sem estudar e se esforçar. Então, como a tendência do ser humano é de se acomodar, é normal que a criança e o adolescente, sabendo de antemão que vai ser aprovado, fatalmente não vão se esforçar para aprender. Vemos também que a escola trata a todos de forma iguais, supondo que todos aprendem de forma e em tempos iguais, e isso é uma grande utopia pois somos diferentes, pensamos distintamente e essa postura deveria ser considerada também pelos professores com o apoio da equipe gestora escolar.

Será que tudo está perdido? 
Acreditamos que não, e reconhecemos que em muitas escolas existe bons profissionais que levam a sério a educação e fazem um bom trabalho. Vemos, por exemplo na área da matemática alguns avanços, como o grande feito realizado por Arthur Ávila que foi o ganhador da medalha fields, e que muito nos orgulha por seus méritos, o qual é profundo conhecedor dessa importante área do conhecimento. Reconhecemos que o professor é responsável em entregar para nossa sociedade bons profissionais em todas áreas, pois é a profissão formadora de todas as demais, e se hoje temos bons médicos, advogados eficientes, bancários e gerentes comerciais competentes é porque tiveram em sua vida acadêmica, bons professores quando frequentaram nossas escolas. 

Pensamos que um dos grandes pilares para o engrandecimento e desenvolvimento de nossa nação, passa por entregar a população uma educação mais qualificada, pois assim teremos bons profissionais e cidadãos mais conscientes de suas obrigações e direitos. Queremos ter professores que saibam ensinar, engenheiros que construam pontes e viadutos seguros, médicos que curem todas doenças, como o câncer, a pneumonia, etc, juízes que julguem com retidão e competência, políticos honestos, e assim sucessivamente. Temos certeza de que uma educação de boa qualidade, só vamos conseguir se tivermos uma boa estrutura escolar, com bons professores e profissionais em nosso quadro de educadores, e que sejam treinados e capacitados eficientemente para ensinar e também aprender. 

O que estamos ensinando nas escolas brasileiras?
Essa é uma pergunta que fazemos e que dificilmente podemos entender. Certamente que a escola deve promover o ensino e aprendizagem de todos os conteúdos, envolvendo as várias disciplinas, preparando todos nossos jovens para se inserirem no mercado de trabalho e para desempenharem funções importantes para o crescimento de nosso país.  Mas, infelizmente os alunos saem do ensino médio sem saber somar, alguns nem sabem escrever corretamente, e a grande maioria com pouca ou nenhuma habilidade profissional. Vemos com bons olhos o governo propondo mudanças importantes e significativas no Ensino Médio levando em conta essas distorções citadas. Achamos que a escola deveria ensinar mais do que conteúdos e disciplinas, como Língua Portuguesa, Matemática, Geografia, etc., como saber contar, fazer cálculos básicos, conhecer as normas cultas de linguagem e escrever corretamente, mas também preparar cidadãos para os desafios da vida e saberem fazer escolhas corretamente, resolvendo problemas cotidianos  que vamos enfrentar ao longo de nossa vida..


O fracasso escolar!





Os alunos fracassam em algumas situações de aprendizado por diversas razões, entre as quais podemos citar problemas emocionais e falta de apoio da família, ou até pela falta de estrutura escolar e por profissionais que não estão preparados para essa finalidade educativa. São fatos complexos que interferem na vida escolar e que levam alguns alunos ao fracasso, mas que não devem recair única e inteiramente no que é inerente ao aprendiz. Grande parte dessas dificuldades e incapacidades é devida à própria escola e, podemos afirmar que o número de pessoas com problemas de aprendizagem em uma instituição educativa está relacionado com a qualidade da educação nela oferecida.


Podemos dizer que o fracasso escolar ocorre muito mais pela fragilidade da escola, do que por outros fatores isolados, e que muitas vezes coloca no aluno toda responsabilidade pelo insucesso dessa falha na educação. O fracasso muitas das vezes dá-se devido a educação infantil que o individuo em causa teve. Devemos entender que o aprendizado e o sucesso do aluno é um processo que começa desde que uma criança nasce, seus primeiros professores são os pais, a família, e assim sucessivamente. A escola infantil, básica, superior, etc. todas cumprem um papel importante e colaboram para o sucesso de aprendizado.
As principais causas do fracasso escolar são oriundas, em sua maior parte, dos sistemas de ensino que não conseguem atender às diversidades de necessidades presentes nas escolas, deixando de identificar onde se localizam as inadaptações à aprendizagem, e levar o aluno a descobrir sua própria modalidade de aprendizagem, considerando como ponto crucial seu modo particular de se relacionar com o conhecimento, ou seja, a aprendizagem escolar.

CONCLUSÃO!
Podemos dizer que a reforma do ensino médio ora proposta é necessária e importante, mas ela isoladamente pode não ser tão significativa quanto desejamos, pois não estamos focando no alicerce que é a educação infantil e fundamental. Veja que aquele aluno que chega ao ensino médio ou superior sem dominar determinados conteúdos, como saber escrever e contar, ou não ter um conhecimento básico eficiente, dificilmente terá condições de superação e melhorar seu desempenho escolar.

Talvez a escola de hoje ainda não percebeu que sua clientela mudou principalmente influenciada por toda tecnologia que entrega informações e entretenimento o tempo todo, e nossos estudantes valorizam essa nova forma de comunicação. E, isso deveria ser considerado pelos gestores em seus planejamentos futuros, buscando se adequar e se ajustar a esses tempos modernos que hoje estamos mergulhados. Tomemos por exemplo o comércio e as empresas, que buscam colocar seus produtos usando as mídias e a internet para expor e vender mais, pois hoje o celular e o computador são meios eficientes também para as relações comerciais.  

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