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Conheça algumas preciosas dicas de inovação que o professor deveria utilizar em sala de aula - Para acessar: →

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sexta-feira, 19 de maio de 2017

O Poder da Inovação na Sala de Aula!

Como inovar na sala de aula e tornar o aprendizado mais eficiente?
Quase todos os professores mais velhos, ou educadores como muitos preferem ser chamados, já perceberam que o modelo de aula tradicional, pautado principalmente pelo uso sistemático da fala e escuta, lousa e giz, embora tenha sido muito útil em épocas remotas, quando não dispúnhamos de nenhum recurso da tecnologia, já não produz os resultados esperados. Isso se dá, talvez porque naqueles tempos que se passaram, tínhamos uma família constituída de forma patriarcal, em que a figura do pai como patriarca e da mãe como responsável direta pela educação das crianças e do lar, agia de forma enérgica e determinante, exercendo influência direta sobre os filhos e dependentes, os quais recebiam uma educação em seus lares que era voltada para a obediência e o respeito. Então, o aluno tinha respeito tanto ao professor, quanto por todas as outras pessoas mais velhas. Naquela época acontecia o diálogo com atenção e respeito, se cumprimentada ao passar pelas pessoas na rua, olhava-se nos olhos, ouvia-se os conselhos dos mais velhos e muitos dizem que apenas uma palavra valia mais que tudo, honrava-se a fala e os compromissos assumidos, sem precisar de contratos assinados ou de advogados. Naqueles tempos era ensinado para os estudantes,  que os mais velhos tinham experiência e que poderiam transmitir conhecimentos para as crianças, adolescentes e até os jovens e isso era profundamente absorvido por todos.

Hoje as coisas mudaram de uma forma gigantesca, muitas famílias são dirigidas apenas pela figura da mulher, que se igualou profissional e afetivamente ao homem. Algumas outras são constituídas por pais solteiros, morando em casas separadas, existindo também uma nova forma de união chamada homo-afetiva. E, dessa forma podemos afirmar que estamos passando indiscutivelmente por profundas mudanças e transformações que atingem a educação escolar que é o local onde reflete mais tais transformações citadas. 






Também faz parte dessas mudanças o estilo de vida informatizado, envolvendo o culto às redes sociais, os modernos celulares, trazendo informações em tempo real a todo momento. Atualmente vivemos outra situação, em que os alunos têm outras expectativas e interesses, fazendo com que esses mestres sintam enormes dificuldades em atender às necessidades dessa nova geração e por isso, devem buscar outras formas para educar e cativar seus alunos. Como dissemos, hoje nossos alunos estão totalmente integrados com a tecnologia e com certeza tem informações em tempo real, principalmente com o uso da internet e do celular, entre outras tecnologias que surgem a todo momento. O comércio já percebeu tais mudanças e surgem todos os dias sites especializados em compras on-line adaptando-se a esse novo estilo de vida mencionado. Até as relações de trabalho vem sendo mudadas e muitos empregados atualmente já realizam suas atividades até em escritórios improvisados dentro de sua própria casa. 

De forma mais clara, estamos mudando de um modelo centralizador para um modelo colaborativo de ensino, quando as relações tem que considerar os desejos e necessidades desses jovens mais antenados com o cotidiano. Precisamos aprender a enxergar os erros como oportunidades para acertar e corrigir as falhas. Os erros então passam a ser um caminho para o acerto, e não é mais encarado como determinante entre o sucesso e o fracasso. 

Talvez precisemos agora valorizar novas competências, como o pensamento crítico, a empatia, a comunicação, a liderança, a ética, entre outras ideias e pensamentos que são mundialmente conhecidas como competências globais que ditam uma nova ordem de aprendizado atualizado. Então, não temos dúvida alguma de que a tecnologia, os celulares, o computador pode ser nosso aliado e uma ótima ferramenta para inovar e transformar a sala de aula em um verdadeiro centro de aprendizado. Inovar também é aliar o conteúdo escolar com os jogos, as brincadeiras, onde podemos implementar essas grandes mudanças na educação que tanto queremos ao mesmo tempo que motivamos os alunos. Talvez a saída seja buscar uma nova forma de ensinar, motivando e implementando ações para prender a atenção dos estudantes, promovendo uma aula diferente, buscando recursos didáticos complementares fora do ambiente escolar. Se o nosso aluno interagir conosco é um sinal de que estamos no caminho certo, mas do contrário fatalmente nosso método não está sendo eficaz e devemos avaliar e até mudar nossa forma de ensinar e aprender.

Sem dúvida precisamos repensar a educação, considerando todas as transformações e os hábitos citados. É preciso investir mais, trazendo essas novas tecnologias para dentro da escola, treinando adequadamente os professores e toda equipe escolar para lidar com esse novo estilo de ensinar. Mas, em algumas situações imediatas, acreditamos que podemos inovar e ainda assim não ser muito oneroso, sem precisar fazer cursos de longa duração, para inovar e apenar usar alguns jogos e brincadeiras simples na sala de aula. Para isso, basta pesquisar um pouquinho e buscar recursos didáticos específicos para essa finalidade, ou seja, aprender a dominar os elementos e técnicas de jogos e introduzi-los nos contextos, com a finalidade de aumentar a motivação dos alunos envolvidos e resolver os problemas através desse propósito. Aqui mesmo em nosso Blog, publicamos vários artigos para orientar e instruir o mestre ou o professor, inclusive apresentando dicas de baixo custo para brincar e jogar de forma didática em sala de aula, bastando acessar o nosso marcador chamado: Jogos Didáticos para Uso na Sala de Aula. Acesse e se gostar, recomendamos divulgar também aos amigos e pares para que eles também se beneficiem desses importantes recursos educativos.

A grande maioria de nossos alunos atuais necessitam apenas de algumas ações mais incisivas, que sejam mais prazerosas e voltadas para resolver seus problemas cotidianos, tais como serem incentivados, estimulados e ganharem gosto pelos conteúdos para se envolver e assim facilitar o aprendizado. Uma forma de ganhar a simpatia e confiança é vincular o aprendizado com ações voltadas para o cotidiano. Por exemplo, se for ensinar porcentagem, faça uma pesquisa junto aos Bancos e Financeiras e procure decifrar os cálculos mais simples, como do rendimento da caderneta de poupança, das taxas cobrados pelo atraso em boletos bancários, etc.

CONCLUSÃO!
Na nossa modesta opinião inovar ao ensinar pode ser um grande diferencial na qualidade de aprendizado, pois certamente vai facilitar as relações entre professor e aluno. Mas, acreditamos que cada equipe escolar e o mestre deve avaliar e pesquisar sua clientela, pois como sabemos os alunos aprendem em tempos e de formas diferentes. Muitas vezes o que vale para uma sala de aula, não produz o mesmo resultado em outra, assim como o que devemos ensinar numa cidade pode não ser o esperado em outras regiões. Em muitas regiões de nosso imenso país, existe determinados nichos de conhecimentos que deveriam ser mais focados. E, acompanhar essas peculiaridades, propondo a flexibilidade do currículo na educação, quem sabe poderia colaborar e até resolver essas questões. Talvez isso seja uma solução mais inteligente para mudar a forma engessada principalmente no ensino médio que infelizmente não vem apresentando bons resultados educacionais até esse momento. 
Outra situação momentânea que devemos considerar são as mudanças e transformações sociais que nossa sociedade vem enfrentando. Se agora temos alunos e a família passando por ajustes e transformações e observarmos atentamente tudo isso, poderemos também entender essas mudanças e fazer uma escola mais democrática e participativa, tornando-as em um local de apoio e que respeite a diversidade. E, assim quem sabe, sairemos mais fortalecidos com essas transformações na vida das pessoas envolvidas com esse contexto educativo.

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segunda-feira, 15 de maio de 2017

Será que Podemos Viver sem a Matemática?

Será que é Possível Viver sem Usar Nada de matemática?
É uma verdadeira utopia afirmar que podemos viver sem usar nenhum dos conceitos da matemática em nossas ações do cotidiano. Por exemplo, seria quase impossível ter uma vida normal e confortável sem a presença dos números, pois eles envolvem por exemplo, a contagem, as operações de trocas e as facilidades das moedas, as datas importantes, o número do R.G. do cpf, da sua casa, da nossa conta bancária, etc. Até no computador e no nosso celular são usados muitos algoritmos e a lógica, desenvolvidos em pesquisas desse nobre ramo da ciência.
Atualmente quando focamos os principais conceitos e o aprendizado de Matemática e até de outras áreas exatas, percebemos que a competitividade está ocorrendo num mundo cada vez mais informatizado e dominado pela lógica e alta tecnologia, onde essa área do conhecimento tem importância fundamental. Mas, como anda o aprendizado escolar em matemática?

Não resta dúvida que nossos jovens não vêm aprendendo o mínimo necessário na escola básica, pois isso se reflete nas avaliações internacionais e internas. Temos percebido que o aprendizado escolar é insuficiente mesmo para aqueles que não vão se dedicar às carreiras técnicas. Conhecer seus pormenores e o básico faz bem até quando o estudante deseja, por exemplo, escolher um curso envolvendo outro campo do conhecimento, porque a matemática está presente na vida e em quase tudo que conhecemos. 







Pesquisas afirmam que o cérebro humano, com seus reconhecidos cem bilhões de neurônios, evoluiu para lidar com o mundo físico e se utiliza da linguagem matemática para cumprir e suprir a sua finalidade, nas questões do pensamento. Portanto veja que é uma questão até física, desenvolver e realizar esse tipo de aprendizado e praticar esses conhecimentos para resolver situações e problemas do cotidiano. E, podemos então destacar o papel da lógica e da matemática em todo esse processo.

Certamente as verdades da matemática permanecem inabaláveis, como o caso da geometria euclidiana, que atualmente é tão acreditada como no passado e que é usada para resolver problemas geométricos de duas ou três dimensões e que estão baseados nos postulados de Euclides de Alexandria que viveu aproximadamente no ano 330 a.C. mas que até hoje é utilizado.

Muitos dizem que não gostam de matemática e afirmam que podem viver sem ela, mas isso é um grande mito. Veja que essas pessoas estão o tempo todo em contato com a tecnologia. Por exemplo, quando usamos um smartphone e acionamos o GPS, veja que podemos visualizar instantaneamente, desde que estejamos on-line, nossa exata localização, com uma precisão de centímetros. O que existe por trás desse pequeno milagre da tecnologia, está, entre outras coisas, uma das teorias mais abstratas da ciência moderna que se relaciona à Teoria da Relatividade, quando Albert Einstein anunciou e publicou em 1915 seus estudos envolvendo o tema. Observamos que naquela época era um conhecimento considerado muito complexo, onde apenas meia dúzia de pessoas que o compreendiam naqueles tempos remotos.

A matemática manda em nossas vidas, e nós ainda não demos conta disso, ela está presente em nosso cotidiano principalmente quando lidamos com essas questões tais como: as taxas de juros que o Banco Central fixa surgem de uma técnica chamada teoria das metas de inflação, fortemente ancorada nos cálculos da matemática; os computadores funcionam com algoritmos, sendo que os primeiros exemplos de algoritmos aparecem numa outra área ligada à matemática, de cunho hiper abstrata e que está sendo considerada por muitos como a ciência do século XX, que nada mais é do que a lógica matemática.

Para Kurt Gödel, grande matemático vienense, "vivemos num mundo imerso em uma matemática, pesada, obscura, difícil e mal a percebemos". Não temos a menor dúvida de que o talento e a habilidade matemática são essenciais para estudar e estimular o crescimento econômico e disso o Brasil tem muito a aprender.

Pesquisas brasileiras mostram uma aprovação de apenas 42,8% dos alunos do 3 ano do ensino fundamental com os conhecimentos básicos de matemática. E, isso demonstra claramente uma lacuna no ensino brasileiro principalmente nessa importante disciplina que poderia impulsionar nosso pais rumo ao desenvolvimento e a sair dessa crise financeira e moral sem precedentes. Outros dados estimam que em apenas 35 cidades do país, mais da metade dos alunos do 9º ano do ensino fundamental sabe matemática, e que tiveram uma nota superior a 5. E, que apenas 11% dos jovens que alcançam a 3ª série do ensino médio têm aprendizado suficiente na matéria.

Para muitos especialistas em educação, os currículos deveriam oferecer oportunidades de interesses diversificados, variando entre eles em pelo menos de 30% a 60% dos conteúdos, com no máximo de cinco disciplinas, de modo a atraírem candidatos com propostas mais adequadas às suas realidades e vocações, e dessa forma provavelmente não abandonariam o curso sem concluí-lo, por absoluta falta de interesse. Hoje, infelizmente existe uma evasão de alunos no ensino média superior a 50%, segundo dados de algumas pesquisas, e isso revela evidentemente a falta de interesse em concluir essa fase de ensino.

O Brasil hoje vive beneficiado pelos preços obtidos na exportação das commodities, principalmente para os países asiáticos, mas se for preciso competir na indústria da transformação que exige uma formação acadêmica mais especializada, certamente teremos enormes problemas com mão de obra pois a formação profissional será essencial para essa atividade.

NOSSA OPINIÃO!
Modestamente podemos afirmar que é praticamente impossível viver sem ter o mínimo conhecimento da Matemática, pois ela está presente em nossas vidas, seja na cozinha quando colocamos quantidades para fazer porções para alimentação de uma quantidade de pessoas. Ou mesmo quando vamos ao Banco aplicar algum recurso na poupança que rende determinado percentual em juros mensais e até no atraso de um boleto bancário, pagamos taxas fixas e correção do principal, por exemplo corrigida pela TR (taxa referencial), e tudo isso envolve conceitos importantes da matemática e ter noções desses conhecimentos e cálculos, pode nos ajudar a não sermos ludibriados ou enganados por terceiros ou pessoas desonestas, etc. 
Como vimos no texto, estamos envolvidos com muitos números e símbolos desse conhecimento científico, desde que nascemos até a nossa morte, pois teremos números de identificações em muitas situações e muitas outras envolvendo as operações financeiras, comerciais e sociais e que ganharam muita mais força com a tecnologia atualmente. Concordamos que podemos viver sem conhecer as operações mais complexas e abstratas que fica mais a cargo dos professores, especialistas, pesquisadores e matemáticos, mas que indiretamente nos beneficiamos desses conhecimentos através dos produtos e serviços desenvolvidos através desses estudos e conhecimentos, seja na saúde, na engenharia, nos aplicativos para celulares, nos programas dos computadores, etc.

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