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sábado, 26 de dezembro de 2015

Será que a Terra poderá se Chocar com um Asteroide?

Será que nosso planeta Terra poderá se chocar com um asteroide?
Rotineiramente, vemos rastros de fogo no céu, principalmente em noites estreladas, chamados por muitos de "estrelas cadentes", que nada mais são do que asteroides ou meteoritos que entram em contato com nossa atmosfera, provocando a sua explosão. Dificilmente seus restos ou pedaços sólidos chegam até nós porque eles são totalmente destruídos ou caem em regiões desabitadas. Os meteoritos são pedras espaciais que entram em nossa atmosfera a uma distância aproximada de 50 km de altura e numa velocidade que pode chegar até a 250.000 km/h e se incandescem devido ao atrito. Alguns desses corpos se desintegram e ionizam o ar dando origem ao famoso rastro luminoso comumente chamado de estrelas cadentes. Outros, porém, podem atingir a superfície, e ocasionalmente causar danos e estragos em habitações, edificações, cidades, automóveis, podendo provocar até mortes e ferimentos em certas populações atingidas, esses fenômenos são chamados de meteoritos, e são de grande importância astronômica.

Você sabe qual a diferença entre cometa, meteorito e asteroide?
Todos são objetos cósmicos compostos por pedras, rochas e pedaços de estrelas, vindo do espaço. Mas, o cometa é definido como uma bola de gases congelados, já o asteroide é uma grande pedra ou rocha espacial. Um asteroide seria o resto ou "sobra" do sistema solar, descartado do processo de formação dos chamados planetas rochosos, como exemplo da Terra, Marte e alguns outros. Ele tem formato irregular, sendo que a maioria dos asteroides tem cerca de 1 km de diâmetro, e alguns deles podem chegar a muitos quilômetros de diâmetro.  Já o meteoroide ou meteorito é definido como um asteroide de pequeno tamanho. Não há um limite exato, mas a partir de 1 km de diâmetro as rochas ou pedras espaciais costumam ser chamadas de asteroides. A maior parte dos meteoritos equivale a pequenos grãos de areia, e são quase imperceptíveis, pois milhares deles se dirigem à atmosfera da Terra todos os dias. Já os meteoroides com diâmetro de aproximadamente 4 metros podem deixam sinais mais evidentes no espaço, como aquela famosa "bola de fogo", que muitos já presenciaram em dias estrelados, quando aproveitamos para fazer aquele pedido místico.

Conhecendo alguns asteroides que causaram grandes prejuízos e estragos pelo mundo!






No último mês de Outubro de 2015, fomos surpreendidos com uma notícia, muito preocupante, relatando que um asteroide ou cometa estaria vindo em rota de colisão com nosso sistema Solar e que poderia atingir inclusive nosso planeta. Ficamos muito apreensivos, pois o fato só foi divulgado poucos dias antes do seu acontecimento. Mesmo sabendo que nosso espaço é monitorado 24 horas por pesquisadores e astrônomos de forma rotineira, ainda assim, quando se trata de asteroides ou cometas de pequeno tamanho, muitas vezes eles se aproximam sem serem detectados a tempo, pelas lentes de nossos equipamentos astronômicos ou pelo sistema de análise de fotos sequenciais. Segundo a Universidade do Hawaii, que vem atuando num projeto financiado pela Nasa, os seus cientistas e pesquisadores detectaram a aproximação, somente há 21 dias, que um asteroide ou cometa de pequeno tamanho, nomeado por 2015 TB145, e que foi apelidado de Asteroide das Bruxas, iria passar muito próximo do Sol, exatamente no dia 31 de Outubro, às 15:01 horas, que é o dia que se comemora o Dia do Halloween ou Dia das Bruxas. Este asteroide, que teria cerca de 400 metros de diâmetro, passaria numa distância de apenas 480.000 quilômetros ao lado do Sol, mas mesmo assim, muito perto dele, quando comparado a distâncias astronômicas. Ele estaria se deslocando numa velocidade de 35 km/s e, portanto se ele estivesse vindo em nossa direção, quase nada poderíamos fazer a tempo, para desviá-lo ou minimizar os danos de um possível impacto conosco, pois como dissemos ele somente foi detectado em curto espaço de tempo.
Pesquisas revelam que há cerca de 65 milhões de anos atrás, fomos atingidos por um outro asteroide ou quem sabe um cometa de grandes proporções, com diâmetro de 10 quilômetros, o qual teria colidido com a Península de Yucatán, no México, vindo alterar completamente o clima daquela região, provocando uma intensa nuvem de poeira e fumaça, causando grandes estragos, queimadas, e que pode ter dizimado a vida dos Dinossauros e de muitas outras espécies da fauna e flora existentes naquela ocasião. Se você tiver interesse neste fato, acesse nossa matéria já divulgada pelo Blog chamada: A Extinção dos Dinossauros na Visão da Matemática, e garantimos que vai ficar bem informado e gostar muito do que ler nesta matéria.
Outra colisão recente, envolvendo asteroides ou cometas, ocorreu no ano de 2013, desta feita, ela se deu em território da Rússia, na região de Chelyabinsk. Sabemos que este objeto cósmico tinha apenas o diâmetro de 30 metros, portanto considerado de tamanho pequeno, portanto difícil de ser previsto pelos sistema de rastreadores dos astrônomos. Ele causou uma grande explosão, quando atingiu nossa atmosfera, e danificou cerca de 7200 edifícios, ferindo mais de 1000 pessoas naquela região, segundo fontes da internet.  
É possível prever quando ocorrerão novos impactos de asteroides com a Terra?
Segundo estudos astronômicos, novos impactos como o que ocorreu no México há milhões de anos atrás e dizimou os dinossauros são considerados muito raros, e estão sendo previstos somente daqui a quinhentos mil anos. Por exemplo, a estrela chamada por Hipparcos 85.605, chamada de anão estelar pela comunidade científica, está atualmente numa distância de 16 anos-luz de distância daqui, e poderia ficar tão perto, cerca de 0,13 anos-luz de distância num grande espaço de tempo. Mas, para ela se chocar com nosso planeta, as chances são muito pequenas ou quase nulas. Contudo, sabemos que não basta apenas o impacto com um grande asteroide, cometa ou estrela, porque simplesmente se eles passarem numa distância muito próxima de nosso planeta, poderia causar muitos prejuízos, inclusive devastar tudo que existe ao seu redor, considerando que eles podem trazer consigo materiais pesados, nuvens de poeira, gases, ou até mesmo pode alterar sistematicamente nossa temperatura, por um certo período e tudo isso poderia causar enormes problemas e em casos mais graves, até dizimar a vida humana em nosso planeta. 

Hoje existe um esforço muito grande, tanto pela NASA (Agência Espacial Norte Americana), quanto pela Agência Espacial Europeia, inclusive de outras instituições correlatas, para prever com antecedência e "caçar" estes objetos cósmicos, como asteroides, estrelas, etc. que estão se aproximando perigosamente de nosso planeta. Na década de 1990, pesquisadores da Agência Europeia, teriam observados o movimento de cerca de 50.000 estrelas. Destas, eles teriam encontrado, cerca de 14 estrelas muito próximas, segundo cálculos astronômicos, ou seja, que estariam numa distância de cerca de 3,26 anos-luz (que é um parsec). Esclarecemos que, embora seja uma distância grande, quando se pensa em termos universais, enormes distâncias são percorridas rapidamente, pois estes objetos e estrelas se deslocam perto da velocidade da luz pelo espaço. De todas analisadas e monitoradas, apenas quatro estrelas observadas vão passar dentro de 1,6 anos-luz (0,5 parsec), ou seja numa rota muito perto do Sol.

Algumas estrelas observadas foram: HIP 85605 (já mencionada) e GL 710, mas, segundo estudos da Agência não representam perigo de colisão direta, pois suas forças gravitacionais não teriam força suficiente para nos atingir. Quanto aos cometas, os especialistas e alguns estudiosos entendem que podemos prever com muita segurança suas órbitas e perceber antecipadamente suas rotas e supostos encontros mais próximos.
Saiba porque o perigo maior já rondou nosso planeta!
Segundo muitos especialistas em Astronomia, eles afirmam que a probabilidade de ocorrer impactos graves envolvendo a Terra é muito pequeno, pois os espaços entre as estrelas são enormes em termos de Universo. Por isso, mesmo durante um longo período de tempo ou de vida da nossa galáxia, a probabilidade de quaisquer duas estrelas se colidirem, ou de apenas chegarem muito perto de nosso sistema é extremamente pequeno.
Outra ameaça que prevemos, vem da nuvem maciça de planetas mais gelados que nos rodeia, localizados fora do nosso sistema solar que é muito grande. E, isto poderia causar graves perturbações ao nosso clima e ao ecossistema, no caso de uma considerável aproximação conosco, ou mesmo num impacto imprevisto.

De todos os planetas e estrelas monitorados e estudados até agora, apenas a estrela HIP 85605 que já mencionamos acima, é esperada para chegar dentro de um único parsec, no prazo entre 240 e 470 mil anos a partir de agora. Existe 90% grau de certeza, que a última vez que tal encontro ocorreu foi há 3,8 milhões de anos atrás, quando uma estrela chamada Gamma microscopii considerada um “gigante G7”, que tem duas vezes e meia a massa do nosso Sol,  esteve muito próxima de nosso sistema, o que pode ter causado uma grande perturbação na nuvem Oort que é considerada uma nuvem esférica composta por planetesimais voláteis (corpos rochosos ou de gelo com até 100 km e que supostamente se formou no início do Sistema Solar) que se acredita localizar-se a cerca de 50 000 UA ou quase um ano-luz, de distância do Sol.

De acordo com a Teoria Geral da Relatividade de Einstein, que estuda as ondas gravitacionais e ondulações no espaço-tempo em seus estudos sobre deslocamento de energia, supõe-se que quando duas estrelas(binárias) se aproximam juntas, elas estariam se aproximando numa taxa de 2 pés por ano, e que poderia causar suas colisões.

Especialistas acreditam que a nave espacial Gaia que pertence a Agência Espacial Europeia vai ajudar a fazer previsões mais precisas no futuro. Ao entender e mapear o ambiente da Via Láctea, a medição do potencial gravitacional e determinar a velocidade das estrelas, os cientistas serão capazes de ver e analisar como ocorre suas diversas órbitas, em torno do centro de nossa galáxia, e que poderia levá-los a se cruzarem e até prever antecipadamente suas arriscadas órbitas, desviando seu trajeto quando necessário.

CONCLUSÃO:
Muitos já ouviram falar na dança das estrelas, quando observamos que elas mudam de posição, pois elas têm o movimento angular e seu próprio movimento. Mas, sabemos que observar o céu a olho nu é muito difícil, pois muitas estrelas que observamos, talvez já não existam mais, e sabemos que o céu muda a cada 6 meses, quando o nosso planeta dá meia volta ao redor do Sol, ou seja, a noite aponta para o céu na direção oposta a cada período de 6 meses. Ainda, quando observamos uma estrela, ela  parece estar fixa no céu, em relação as outras estrelas e não a Terra. Uma observação mais cuidadosa revelará que as estrelas mudam lentamente de posição e que cada estrela possui seu próprio movimento. Fica ainda mais difícil prever suas rotas, uma vez que nosso Universo é visto por muitos, como de tamanho infinito. Os pesquisadores usam telescópios e equipamentos muito potentes, sendo que eles fotografam sistematicamente o espaço, na busca de informações que possam nos revelar alterações nas rotas dos diversos asteroides, cometas, etc. que possam vir em nossa direção. Mas, pequenos asteroides e cometas, talvez sejam mais difíceis de serem observados, devido as enormes distâncias que eles estão de nosso sistema e como eles atingem velocidades astronômicas, quando percebemos eles já estão muito próximos e podem ocasionar verdadeiros estragos indesejados em nosso planeta.

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