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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

A Noção de Limite Aplicada na Vida!

Como Podemos Vincular o Conceito Limite com Nossa Vida Cotidiana?
Quantas vezes já ouvimos falar sobre o limite, não daquela forma científica que é usada na Matemática, notadamente quando escutamos dizer: fulano não tem limites, ciclano não sabe o que diz, etc. Quando pensamos no conceito de limite, logo o associamos ao importante conteúdo matemático que é estudado no ensino superior da área das ciências exatas. Sabemos que ele é usado matematicamente para descrever a conduta de uma função, à medida que o seu argumento se aproxima de um determinado valor, assim como no estudo do comportamento de uma sequência de números reais, à medida que o índice da sequência vai crescendo, decrescendo, ou que tende para o infinito. Os limites são usados de forma geral no cálculo diferencial e em outros ramos da análise matemática, servindo para definir derivadas e a continuidade de funções. No entanto, quando estudamos o comportamento humano, ele aparece quase sempre estipulando uma proibição em atos que poderão nos conduzir a erros ou a situações indesejadas.

A utilização dos limites nos ajudam na compreensão de diversas situações definidas por uma função, através da análise de seus pontos notáveis, como aqueles de mínimo e máximo, ou até mesmo, utilizando-se os pontos de intersecção entre essas relações, assim como observando a continuidade destas funções, bem como, para analisar os problemas envolvendo as séries numéricas convergentes ou divergentes. Será que não podemos associar essa função com alguma decisão cotidiana da vida humana? 

Note então que o conceito de limite é muito utilizado no cálculo matemático em muitas aplicações, assim como também em muitas situações práticas que encontramos no cotidiano e que muitas vezes, por exemplo nos ajudam a encontrar uma área delimitada por uma função de valores conhecidos, em um intervalo de valores definidos, presentes em aplicações da engenharia, economia, física, etc. 

Se você quiser saber mais sobre ele, recomendamos acessar nosso artigo que foi tratado em termos matemáticos, e destinado aos estudos de nível superior de conhecimentos, que chama-se: Limites e Continuidade! e lá vai encontrar tudo de forma simplificada e descomplicada para que você aprenda de modo facilitado como sempre foi o propósito deste site. 

Mas, por hora aqui neste trabalho, pretendemos abordar o tema, quando aplicado em nossas relações sociais, profissionais e filosóficas de nossa vida cotidiana. Rotineiramente, quando saímos numa viagem de carro, temos nos deparado com placas de sinalização, nos impondo limites de velocidades máximas, faixas de ultrapassagem proibidas, e muitas sinalizações correlatas, nos orientando sobre aquilo que deve ser obedecido para nossa segurança e dos demais usuários no trânsito. Uma outra aplicação se refere a educação dos filhos, quando muitas mães ao corrigirem a atitude incorreta de seus filhos, se queixam afirmando que eles não tem limites, ou seja que eles não seguem ou obedecem suas ordens de comportamento. Mas, será que esse limite mencionado pode ser comparado ao estudado pela matemática? Continue lendo e no final tire suas conclusões.

O uso do limite em nossas relações do cotidiano!
Na nossa vida cotidiana  estamos envolvidos com muitos afazeres, obrigações, relacionamentos sociais, assim como aqueles que envolvem nosso trabalho profissional, os nossos estudos, as atividades de lazer, as amizades, nos relacionando com pessoas nas redes sociais, etc. 
Podemos afirmar que curiosamente esse conceito também atinge muitos valores estimados em forma de intervalos de máximo e mínimos valores que devemos respeitar no convívio harmônico com nossos amigos, familiares, etc. Pense por exemplo, que estejamos trabalhando e nos relacionando com os colegas na empresa, será que não temos que observar nenhum limite em nossas atitudes profissionais? Claro que sim, pois certamente não devemos ultrapassar os limites do bom senso, da produtividade, atingindo as metas propostas pela empresa, porque podemos ser penalizados, caso esses valores não sejam respeitados. Ética e moralmente temos que seguir outros limites igualmente importantes a cumprirmos, como no caso evitarmos algumas atitudes, como de assedio profissional, chegar atrasado, prática do bullyng, etc. Nesses casos, nossa função deve ser exercida dentro de certos parâmetros aceitos pelo empregador e que deve ser respeitado por todos os envolvidos profissionalmente, sob muitas penalidades, inclusive até de demissão.

Muitas organizações têm aquele famoso código de ética, onde certamente estarão estampados ali, o que devemos fazer ou não, ou seja, lá vamos encontrar os "limites" que deveremos obedecer em nossas relações profissionais, dentro e até quando nos relacionamos fora da empresa. Certamente uma corporação não quer ver comentado ou divulgado nas redes sociais as suas ações estratégicas, seus negócios, ou as relações comerciais e que deve ser objeto de segredo inviolável por parte dos empregados. Nessa relação profissional, ultrapassar os limites estipulados pode significar a perda de nosso emprego. Já na Matemática, se não soubermos usar ou entendermos corretamente o conceito de limite, poderemos ser penalizados com uma nota baixa na prova de avaliação, na reprovação de ano, ou termos até que refazer nossos estudos, ou seja seremos penalizados de uma forma educacional.

Comercialmente, a noção de limite nos ensina que ele pode nos dizer do comportamento observado no lucro ou prejuízo, ou sinalizando as tendências em nossas relações comerciais. Por exemplo, se uma empresa têm uma meta de venda de produtos para poder cobrir suas despesas e ter algum lucro, certamente que caso o limite mínimo das vendas não seja atingido, estaremos incorrendo em prejuízo que pode nos levar a prejuízos financeiros e até ao fechamento ou falência da corporação.

EXEMPLOS PRÁTICOS!





1) Sabendo-se que uma empresa calcula que para se manter saudável no mercado, deve ter um volume mínimo de suas vendas em 100.000,00, para ter um lucro bruto de 10%, e que ela num determinado mês vendeu apenas 50.000,00, e ainda que suas despesas fixas mensais são estimadas em 5.000,00, de quanto então seria seu lucro ou prejuízo naquele mês?
Nesse caso, veja que se ela tem estimado um mínimo de 10% de lucro quando vende o valor de 100.000,00.  Como suas vendas foram de 50.000,00, isso sinaliza que ela atingiu um "lucro" de apenas 5% que equivale a 5.000,00. Como as despesas fixas mensais são de idêntico valor, nesse caso seus administradores deverão assumir que a empresa não teve nem lucro, nem prejuízo no período.

2) Outro exemplo prático que podemos mencionar é aquele tratado pelos nossos limites físicos, ou seja, podemos começar a realizar atividades físicas, sem uma devida avaliação médica de nossas potencialidades de nossa saúde? 
É claro que não, pois caso isso não seja respeitado, estaremos correndo riscos físicos e até de grau muito graves como lesões, traumas ou outros problemas relacionados com nossa saúde que poderão inclusive nos levar até morte.

3) Existe, também o limite financeiro que estamos sempre em contato, ou seja, aquele valor máximo de endividamento, que nos é concedido pelo gerente do Banco, onde mantemos nossos recursos financeiros. Certamente ele é atribuído levando em consideração nossa renda, nosso patrimônio, e não podemos superá-lo em nossas operações financeiras. 
Por exemplo, se nosso limite for de 100.000,00 e queremos financiar um apartamento no valor total de 200.000,00, provavelmente ele será negado pela instituição financeira, não por culpa do Banco, mas por incapacidade de crédito de nossa pessoa. Existe também uma regra financeira que diz que nosso endividamento mensal deve ser de no máximo 30% de nossa renda. Nesse caso, supondo que uma pessoa que tenha uma renda mensal de 5.000,00, qual seria o valor máximo de sua prestação mensal?
De acordo com as regras estipuladas, basta fazermos 5.000 x 0,30 = 1.500,00. Então, a prestação deve ser no valor máximo de R$ 1.500,00.

4) Uma determinada empresa apura seu lucro de forma que ele seja descrito pela expressão L = x²/4, onde x representa o número de produtos vendidos no mês e L é o lucro da corporação neste determinado período. Analisando, vemos que o lucro pode ser zero quando x = 0, quando x = 1 → L = 0,25, quando x=10 → L = 25, para x = 1000 → L = 250.000,00, etc. Nesse caso, será que podemos ter um lucro infinito?
Certamente que não, pois o número de produtos vendidos pode variar num intervalo que vai de zero, até seu limite máximo da capacidade de produção da empresa no período. 

CONCLUSÃO!
Muitas vezes usamos os conhecimentos matemáticos em nossas relações que nem imaginamos, como podemos apurar no estudo que acabamos de visualizar. Saber de nossos limites, sejam eles físicos, financeiros, profissionais ou sociais, certamente vão nos ajudar muito em nossas relações da vida cotidiana. É por isso que muitos dizem que a Matemática deve ser encarada sempre como uma ciência focada em aprender para a vida das pessoas. Quando visualizamos aqueles professores que se dizem algebristas e que nada do que nos ensinam serve para aplicarmos nas relações cotidianas, ficamos muito preocupados e somos totalmente contra essa postura. De nada adianta aprender uma teoria muito bem estruturada e demonstrada elegantemente, se ela não acrescenta nada em termos práticos, ou que não traga nenhum benefício ao homem e em suas relações com o mundo. Mas, existem muitos conteúdos que foram desenvolvidos para proporcionar conforto e bem estar ao homem. Por exemplo, veja quantos benefícios nos proporcionou a álgebra booleana, a qual facilitou a linguagem dos computadores que revolucionou toda uma geração de pessoas que foram agraciadas com sua descoberta, minimizando mão de obra, facilitando as relações comerciais, pessoais, as comunicações, lazer, etc.

Se você gosta ou procura por artigos que abordam a Matemática em nível superior de conhecimentos, recomendamos acessar nosso marcador chamado: Ensino Superior e lá certamente vai encontrar muito material útil para seus estudos numa linguagem descomplicada. 

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A Matemática Aqui é Simples e Descomplicada!

   
   



2 comentários:

  1. Eu gostei.Entre alguns pensanentos, me ocorreu que cada Professor deva saber dizer ao seu aluno o que a sua disciplina tem de útil e acrescentador na sua vida prática. Grata.

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    Respostas
    1. Boa noite!
      Agradecemos muito a sua visita e seu parecer. Concordamos com seu pensamento, pois o ensino e a educação somente terão sentido e utilidade, quando aplicados na vida das pessoas para resolver problemas e otimizar as tarefas cotidianas. Grande abraço!

      Excluir

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