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sábado, 8 de abril de 2017

A Matemática do Cotidiano!

Que Tipo de Matemática Usamos no Cotidiano?
Atualmente vemos que vem ocorrendo de forma enfática, muitas discussões e debates sobre a educação em Matemática e como deve ser o foco para o ensino desse importante campo do conhecimento, especialmente em nível básico de aprendizado. Vem crescendo muito a tese de que devemos ensinar somente aquilo que seria necessário para a vida dos estudantes, ou seja, a escola de um modo geral, teria a obrigação principal de preparar o aluno para a vida, assim como para ele realizar as principais atividades cotidianas nas relações laborais, pessoais e comerciais diárias como cidadãos. E, isso inclui desenvolver subsídios para que ele sozinho possa resolver questões e tomadas de decisões em seus relacionamentos vivenciados no dia a dia futuramente, isso quando sair da escola básica. Em muitas situações, saber efetuar corretamente os cálculos matemáticos é de extrema importância para conviver harmonicamente na sociedade, por exemplo, saber conferir o troco a receber numa compra efetuada numa determinada loja comercial, na farmácia, supermercado, ou qualquer outro estabelecimento mercantil, e isso supõe que ele deverá saber realizar corretamente as somas, diferenças, inclusive multiplicar e dividir dois ou mais valores, etc. Quase todo aluno, sonha quando completar os 18 anos, tirar sua habilitação e dirigir seu próprio carro, uma moto, viajar, enfim conhecer o mundo e todas essas ações envolvem um pouco da matemática mesmo que inconscientemente. Será que isso é mesmo verdade? Continue lendo o artigo e depois tire suas conclusões.






Dessa forma, mesmo aquelas pessoas que não gostam de Matemática, talvez porque possivelmente acham que é uma disciplina de difícil assimilação, ou que tiveram dificuldades em entender algumas operações, teoremas e demais conhecimentos inerentes, e que foram supostamente ensinadas de uma forma equivocada na escola básica, ainda assim elas precisam desses conhecimentos, para realizar suas operações, seja comprando, poupando ou viajando, etc., onde usam muitos conhecimentos desse importante ramo da ciência em suas atividades mais comuns enfrentadas cotidianamente.

Podemos afirmar que essas dificuldades mencionadas anteriormente, ou por aqueles que odeiam os números e demais símbolos usados nesse ramo do conhecimento, surgem porque atualmente desvinculamos os ensinamentos com as ações práticas efetivadas ma vida dos alunos, e assim esses conhecimentos ficam muito subjetivos e abstratos, causando questionamentos e dificuldades para entender o que se pretende assimilar. Se o aluno não sabe onde, quando e como pode usar aquilo que está sendo ensinado, dificilmente ele vai se interessar em aprender por pura falta de interesse e objetividade.  


Assim, podemos garantir ao leitor que a matemática necessária para o dia a dia, apresenta outras formas mais fáceis de interpretação e que estão intimamente ligados com uma forma mais concreta de entendimento, a qual usa os números, taxas, porcentagens, teoremas e demais ensinamentos que são necessários em nossa vida, seja no lar, no emprego, assim como em toda nossa vida. Se o estudante perceber que para trabalhar num estabelecimento qualquer, vai precisar saber somar, realizar trocas, fazer cálculos com taxas e porcentagens, certamente ele vai se interessar muito mais em aprender esses conteúdos relacionados. Certa vez estive realizando uma pequena compra em uma farmácia no centro de São José do Rio Preto, SP., e o valor dos produtos somaram R$ 47,00. Para pagar dei para a caixa uma nota de 50 e outra de 2 reais, com a intenção de facilitar o troco. Expliquei a ela que deveria simplesmente me devolver 5 reais que era a diferença entre 52 e 47. Então a funcionaria pensou, pensou, usou uma calculadora, disse que não tinha moedas para devolver, buscou ajuda com seu superior e somente após isso. devolveu corretamente o troco com uma nota de 5 reais. Em outras situações devemos saber somente as quatro operações básicas da matemática e que já foi objeto de estudo neste site. Por exemplo, se vamos ao supermercado e levamos uma certa quantia em dinheiro para fazer uma compra, necessitamos fazer alguns cálculos simples para que esse valor seja suficiente para pagar nossas despesas com os produtos que gostaríamos de comprar. Assim, se levamos R$ 100,00 e colocarmos em nosso carrinho de compras, por exemplo: 2 pacotes de arroz de 5 kg ao valor unitário de R$ 15,00, mais 2 quilos de filé de peixe ao valor unitário de R$ 30,00, deveríamos saber que nossa conta já atingiu o valor de R$ 30,00 + R$ 60,00 que totaliza R$ 90,00, restando apenas R$ 10,00 em troco, ou para uso em possível compra de produtos complementares. 

Outros cálculos mais simplificados e até banais, como prever atrasos e facilitar a correria do dia a dia são ações que estamos lidando todos os dias e que estamos sujeitos. Muitas vezes saímos de casa atrasados, querendo chegar em um certo intervalo de tempo em algum lugar para cumprirmos nossos compromissos, ou até para desafiarmos a capacidade de executar determinadas atividades. Assim, muitas vezes travamos uma corrida contra o tempo, mesmo que sem nenhuma intenção, ainda assim utilizamos a matemática, realizando certos cálculos mentais relacionados a quantidade necessária de tempo para concretizar determinadas atividades. Por exemplo, se tivermos um compromisso para chegar numa determinada cidade A às 7:30 horas, estando na cidade B e entre elas existe uma distância de 50 km, deveríamos saber antecipadamente que se nosso carro percorre uma velocidade média de 100 km/h, vamos realizar o percurso em 30 minutos. Logo devemos sair de casa no máximo até às 7 horas da manhã, mas como poderia ocorrer atrasos e imprevistos, supostamente em decorrência de alguns problemas, como congestionamentos, alagamentos, possíveis acidentes, etc. sempre é bom chegar antes, ou seja deveríamos por exemplo, sair de casa uns 30 minutos antes, ou seja deveríamos sair até às 6:30 horas, pois assim teríamos 30 minutos para o transporte e mais 30 minutos para possíveis atrasos imprevistos. Observe então que a palavra quantidade sempre aparece associada com as ações e previsões, enfatizando que essa atividade diária envolve mesmo que inconscientemente a matemática do cotidiano.

Então, veja que todos nós, gostando ou não, sempre usamos uma base bem definida do ensino matemático, que aprendemos na escola básica e que da qual necessitamos cotidianamente, ou seja devemos ter noções de certas operações, como somar, subtrair, dividir, multiplicar, ter conhecimento dos princípios básicos da contagem, noções de uma simples regra de três, etc. Sem termos esses conhecimentos fundamentais, certamente vamos ser ludibriados ou enganados em nossas atividades de nosso cotidiano. Note que jamais ao realizarmos uma atividade relacionada ao cálculo de tempo, estamos fazendo ligação com a matemática, apenas sabemos que um intervalo de tempo pode significar muito ou pouco, dependendo do conceito em que devemos relacionar com essa ação.

Logo, veja que todo professor, claro que com o apoio e orientação de uma boa escola e seus gestores, deveria ensinar conteúdos da matemática voltados para resolver problemas cotidianos, como acabamos de ver e assim dar subsídios importantes para serem usados fora da escola. Veja que para passar esses conhecimentos, devemos propor aulas diferenciadas e inovadoras, desenvolvidos por exemplo nos laboratórios e com aplicações para envolver e resolver situações que vamos encontrar fora da sala de aula. Quando o professor envolve a sala de aula e os alunos, usando brincadeiras e realizando por exemplo, pesquisas de preços em padarias, supondo compras nos supermercados, açougues e até numa cozinha improvisada, visando vincular os conhecimentos com nossas atividades cotidianas, normalmente ocorre o envolvimento de todos e o aprendizado flui muito positivamente. 

Voltando aos sonhos de muitos alunos, tais como dirigir um carro, a moto, se o estudante e futuro motorista não tiver conhecimentos matemáticos, como ele poderia planejar eficientemente uma viagem, calculando os gastos com combustível, calculando o tempo de partida e chegada, prevendo os gastos com pedágios, etc.  E, dessa forma, vinculando positivamente a matemática com os gostos e interesses dos discentes, teremos o envolvimento de todos os estudantes que ficariam mais interessados em estudar e aprender porque eles sabem que vão carregar e precisar desses conhecimentos para toda uma vida. 

Nossa Opinião!
Você saberia nos dizer porque a Matemática ensinada atualmente nas escolas brasileiras, em todos os níveis do conhecimento ainda causa enorme temor e repúdio nos alunos? A resposta para essa questão possivelmente passa pela falta de interesse do aluno em estudar e aprender. Quando estivemos na ativa também nos deparamos com isso, e ouvimos muitas vezes questionamentos do tipo: professor pra que serve isso? Onde vou usar esse conhecimento? ..., demonstrando claramente que os estudantes somente se interessam em aprender os conteúdos que estejam vinculados com a vida deles fora da sala de aula, ou seja, quando o aluno acreditar que aquilo que está estudando vai ser de utilidade em suas ações cotidianas ele normalmente vai se interessar em assimilar. Logo, deveríamos fazer reflexões e avaliar a forma como estamos ensinando. Mas, deixamos claro que não é culpa do professor, pois ele obrigatoriamente tem que seguir um programa equivocado, que muitas vezes é desenvolvido por burocratas e técnicos educacionais que pesquisam em seus confortáveis escritórios e que já demonstraram a todos que pouco ou nada sabem em educação, o que vem refletindo infelizmente na baixa qualidade em educação que vem sendo observada em nosso país.

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