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sábado, 2 de setembro de 2017

A Matemática e a Vida!

Será que a matemática pode nos ajudar a viver com mais alegrias, saúde e harmonia?
Alguns dizem que a matemática é uma filosofia de vida que pode nos ajudar a entender melhor o mundo e viver com mais harmonia e alegrias. Cada um escolhe e adota um tipo de filosofia de vida que tanto pode trazer felicidades, quanto possa torná-lo infeliz e por vezes até deprimido. Mas, uma coisa é certa, a melhor filosofia de vida é aquela que se encaixa perfeitamente no nosso perfil e que melhor nos ajude nas decisões em busca da felicidade. Você já parou para pensar como tem feito suas escolhas, como toma suas decisões, inclusive se tem acertado nas escolhas ou se vem obtendo sucesso na sua vida pessoal, sentimental e profissional. Quando tomamos alguma decisão, optando por um caminho ou outro, fazendo nossas escolhas, certamente estamos pensando em acertar e resolver problemas e questões de diversos tipos, sejam elas pessoais, profissionais, financeiras, etc. Muitas vezes acertamos e em outras erramos. Será que quando erramos ou ficamos decepcionados com nossas escolhas, isso talvez seja justificado por pensarmos e agirmos inadequadamente? Mesmo sem saber, quando optamos por um caminho ou outro, ou pensamos de alguma forma estamos aplicando uma filosofia de vida. Certamente muitos não sabem, mas existe uma filosofia que foca a matemática e alguns de seus conceitos e princípios numa forma de agir e pensar que vale a pensa conhecer. 







O objetivo principal da filosofia da matemática é fornecer um retrato da natureza, usando a metodologia da matemática para nos ajudar a entender o comportamento das coisas e pessoas, perante a vida e a nossa existência. A natureza lógica e estrutural da própria matemática torna este estudo mais amplo e único entre seus homólogos filosóficos. Quando pensamos, estudamos e usamos os números, as equações, as sentenças que apresentam valores verdadeiros ou falsos, estamos dessa forma, usando a matemática como filosofia para resolução de problemas exatos e relacionados com esse campo da ciência, mas acreditamos que também possam ser adaptados para tomarmos decisões acertadas em nossa vida.  

O ato de filosofar envolve entre muitas coisas e fatos, também a tomada de decisões e fazer opções que é inerente aos seres humanos e  sempre necessitamos refletir sobre as escolhas e os caminhos que percorremos e o tipo e estilo de vida que estamos construindo a cada instante. Aquele caminho que optamos, pode nos levar ao sucesso ou ao fracasso, assim como ter saúde ou ficar doente; por isso é muito importante adotar boas estratégias e fazer escolhas corretas e que nos levem a felicidade e isso muitas vezes, só o dinheiro não pode comprar. Assim, por exemplo, escolher uma profissão lucrativa, muitas vezes, podemos estar pensando exclusivamente no sucesso financeiro, mas e se não for aquela atividade prazerosa, com certeza ela poderá nos frustar e até nos deixar infelizes em nossa vida laboral e isso reflete nos demais setores de nossa vida. Assim é com todas as demais escolhas que praticamos, assim como na vida sentimental, profissional e até mesmo no convívio social.

Devemos ser responsáveis e honestos e avaliar a filosofia de vida e o modo como estamos conduzindo nossas decisões e aprender investigando os resultados colhidos. A investigação filosófica do cotidiano é um meio para sermos mais responsáveis com a sociedade, com o planeta e com nosso próprio e misterioso ser. Se usarmos aquele famoso pensamento matemático que diz: somar as alegrias e as felicidades, subtrair as tristezas, assim como multiplicar as amizades, dividir o amor e os conhecimentos, podemos quem sabe encontrar a solução para alguns dos nossos problemas sociais ou de relacionamento. No entanto sabemos que na prática não é tão fácil assim conseguirmos sucesso com essa proeza e finalmente encontrarmos a felicidade. Todos pensamos em encontrar alegrias e felicidades, ter uma profissão que nos proporcione o sustento e que seja prazerosa, ter uma família unida e feliz, ter muitos amigos, entre outros prazeres que sonhamos. Sabemos que não existe a "receita do bolo" para encontrar a felicidade e alegrias, ou seja cada um deve encontrar os próprios caminhos e adotar uma filosofia adequada para obter sucesso e resolver nossos problemas e conflitos. Deixamos claro de que esse tipo de filosofia é apenas um entre muitos a ser analisado e avaliado para ser ou não adotado em nossa vida, por ser algo pessoal e extremamente particular.

Como sabemos, ao utilizarmos a linguagem da matemática, inevitavelmente estamos adotando uma postura sem erros, pois ela é uma ciência exata que não admite contradições e incoerências. Veja que os muitos pensamentos e frases que envolvem os conhecimentos matemáticos também são defendidos por alguns especialistas para serem aplicados com algumas adaptações em nossas vidas, assim como nas relações sociais, tais como:

a) Assim diz um provérbio chinês: "Para viver muito e mais saudavelmente, devemos comer a metade, andar o dobro e rir o triplo;

b) Na matemática da vida, para vivermos com alegrias e encontrar a felicidade, devemos aplicar as seguintes operações matemáticas básicas em nossa vida: somar os momentos felizes, subtrair as tristezas, multiplicar as alegrias e dividir o amor;

c) O grande matemático, físico e filósofo italiano Galileu Galilei nos diz em um de seus escritos: "A Matemática foi o alfabeto que Deus se utilizou para construção do Universo". Então, se esse conhecimento foi quem sabe, até utilizado pelo grande construtor desse universo, porque não adotá-lo como filosofia de vida para resolver nossos problemas em nosso dia a dia;


d) Devemos observar os números, pois eles "não mentem jamais" e vivermos em função deles, então veja como estamos conduzindo nossa saúde, observando, por exemplo o nosso IMC (índice de massa corporal), como anda aqueles números nos exames de laboratórios de saúde, tais como: glicose(sinais como sede excessiva e visão embaçada), triglicérides(excesso de gordura no sangue), colesterol HDL (considerado bom) e LDL(colesterol ruim), etc.  


Importante!
Existem muitos outros pensamentos e máximas baseadas nos conceitos da matemática que vale muito a pena pesquisar, se inteirar e avaliar, para encontrarmos quem sabe a felicidade. E, sabemos que ter saúde, assim como administrar nossas economias e até ganhar dinheiro são ações que dependem de escolhas corretas para obtermos sucesso ou fracasso em nossas decisões implementadas.

Os Números Estão Presentes em Nosso Cotidiano? 
Você sabia que os números, pontos, funções, conjuntos, entre outros símbolos matemáticos utilizados por essa ciência fazem parte da vida cotidiana das pessoas e estão ligados com muitas situações vivenciadas em nosso cotidiano? 
Não tenha dúvidas de que os números estão ligados com nosso cotidiano e que indicam fatos e situações a que estamos expostos. Podemos afirmar que os números não mentem jamais. Por exemplo, se o seu IMC (índice de massa corporal) está indicando um certo grau de obesidade, nesse caso é bom se cuidar, fazer um regime alimentar e praticar uma atividade física. Ainda, os números estão muito ligados às finanças, representando nosso poder de comprar, ou mesmo gastar com responsabilidade. Saber administrar aquele número que representa os nossos rendimentos é muito salutar e pode evitar muita dor de cabeça ou também pode nos trazer felicidade e alegrias, ao podermos comprar o tão sonhado carro, moto e a casa própria. Muitos religiosos dizem que ter dinheiro e posses que foram construídos de forma honesta e digna não é proibido nem motivo para condenação divina, e se for administrado para o bem coletivo, gerando empregos e riqueza sempre agregaria valores espirituais preciosos. Veja então, que embora muitos achem que esse simbolo é austero e frio, ainda assim se bem utilizado, pode nos dar muitas alegrias, assim como distribuir riqueza e promover trabalho e mão de obra a muitas pessoas que necessitam desse importante recurso que pode se esgotar se não for bem administrado e gerido.  

Independentemente de você ser um profundo conhecedor da matemática ou não, é quase certo que tenha usado algum desses conceitos em seus afazeres e operações do seu dia a dia. Isso se dá quando fazemos operações simples da vida, como efetuar uma compra no supermercado, pagar uma conta na padaria e receber o troco. Por exemplo, quando aplicamos uma quantia no Banco, negociando uma taxa mais favorável, ou mesmo quando calculamos nosso orçamento para não ficarmos endividados, inclusive quando administramos objetivamente o nosso dinheiro estamos tratando de conceitos importantes da matemática. Quando não usamos corretamente esses conceitos por não termos conhecimentos, certamente vamos ter problemas e desequilíbrios diversos, podendo inclusive termos prejuízos financeiros e até afetivos, cujos ajustes podem ser muito mais complicados para serem saneados posteriormente. Uma grande verdade é que os desequilíbrios com os números e com as finanças causam diversos transtornos e dificuldades, inclusive sentimentais e de saúde. Reflita e pense nisso. 

A Mente de Um Matemático!
Ontologicamente vemos que o realismo encontrado na Matemática se opõe frontalmente aos pontos de vista tais como o idealismo e o nominalismo. Assim, vemos que o idealista concorda que os objetos matemáticos existem, mas defende que dependem da mente dos homens. Poderá então propor que os objetos matemáticos são construções que emergem da atividade mental de cada matemático. Isto seria um idealismo subjetivo, análogo a um ponto de vista semelhante sobre objetos físicos comuns. Estritamente falando, visualizando esta perspectiva, cada matemático tem os seus próprios pensamentos, usando por exemplo dos números naturais, plano euclidiano, e assim por diante. Outros idealistas tomam os objetos matemáticos, como sendo parte da textura mental partilhado por todos os humanos. Talvez a matemática diga respeito à possibilidade onipresente de construção. Isto é uma espécie de idealismo inter-subjetivo. Todos os idealistas concordam que se não houvesse mentes ativas, não haveria certamente os objetos matemáticos. Já os realistas ontológicos negam a contrafactual, insistindo que os objetos matemáticos não dependem em nada da mente do matemático. 
Hoje em dia é mais fácil e comum um cético negar a existência de objetos matemáticos, do que construí-los a partir da linguagem cientifica. Este niilismo matemático também é chamado “nominalismo”.

Alguns filósofos defendem que números, pontos, funções, e conjuntos são propriedades ou conceitos, distinguindo estes dos objetos mediante algum critério metafísico ou semântico. Classificaria esses filósofos de acordo com o que eles dizem sobre propriedades ou conceitos. Por exemplo, se algum filósofo defendesse que as propriedades têm existência independente da linguagem e da mente, isto seria um realismo relativo a propriedades, então classificá-lo-ia como um realista em onto­lo­gia no que diz respeito à matemática, visto que defende que a matemática tem um conteúdo distinto e este conteúdo é independente da linguagem e da mente do matemático. Analogamente, se um outro filósofo defende que os números, digamos, são conceitos e que esses conceitos são mentais, então ele seria um idealista relativamente à matemática, e se é um nominalista tradicional relativamente as propriedades ou conceitos, então seria classificado como um nominalista relativamente à matemática.

O realismo em ontologia não tem, por si mesmo, quaisquer ramificações relativas à natureza dos objetos matemáticos postulados, nem propriedades e nem os conceitos, além da mera tese de que eles existem objetivamente. 
Como responder as perguntas mais intrigantes: Como são os números? Como eles se relacionam com objetos mais banais como as pedras e as pessoas? 

Entre os realistas ontológicos, o ponto de vista mais comum é que os objetos matemáticos não têm causa aparente, são eternos, indestrutíveis, e não fazem parte do espaço-tempo. As práticas matemáticas e científicas seguem isto, e os vêem como uma moda, e que uma vez admitida assumem então a existência de objetos matemáticos. A literatura científica não contém referência alguma à localização dos números ou à sua eficácia causal em fenômenos naturais ou como se poderia proceder para criar ou destruir um número. Não há menção de experiências para captar a presença de números ou para determinar as suas propriedades matemáticas. Tal discussão seria patentemente absurda. O realismo em ontologia é por vezes chamado platonismo porque as formas de Platão também não têm causa aparente, são eternas, indestrutíveis e não fazem parte do espaço-tempo.
As versões comuns do realismo em ontologia explicam bem a necessidade da matemática: se o conteúdo da matemática é como estes realistas dizem que é, então as verdades da matemática são independentes de qualquer coisa contingente sobre o universo físico e de qualquer coisa contingente sobre a mente humana, a comunidade de matemáticos, e assim por diante. 

E quanto ao conhecimento a priori? A conexão com Platão poderá sugerir a existência de uma conexão quase mística que existiria entre os seres humanos e o reino matemático, desprendido e abstrato. Esta faculdade, às vezes chamada “intuição matemática”, levanta supostamente ao conhecimento de proposições matemáticas básicas, tal como os axiomas de várias teorias que são admitidos sem a necessidade de demonstrações científicas. A analogia é com a percepção sensorial, que leva ao conhecimento do mundo externo. Kurt Godel (1964) parece ter algo como isto em mente com a sua sugestão de que alguns princípios da teoria dos conjuntos “se nos impõem como verdadeiros” e que isso já basta. 

Segundo Platão, a filosofia é definida como uma investigação da dimensão essencial e ontológica do mundo real, ultrapassando a opinião irrefletida do senso comum e que se mantém cativa da realidade empírica e das aparências sensíveis. Mas o que entendemos por Filosofia da Matemática?
Ela estuda os pressupostos filosóficos, as fundações e as implicações da matemática, sendo que seu objetivo principal é fornecer um relato da natureza e metodologia da matemática e entender o lugar da matemática na vida das pessoas.

Pitágoras que fundou uma escola muito famosa de Matemática que inclusive levava seu nome, e que também foi considerado um sábio grego, admitiu que sua filosofia era ser um amante do saber e da sabedoria.

Quem escreveu a famosa frase? “Não entre aqui quem não souber geometria”
Os livros de história da filosofia apresentam Tales de Mileto como o primeiro filósofo da história. Este, também, era astrônomo e matemático. É dele que surgiu a descoberta dos eclipses. Tales ainda possibilitou muitas contribuições importantes para a geometria. Platão, assim como Aristóteles são os dois principais filósofos da Antiguidade que também foram exímios estudiosos em matemática. No pórtico de entrada de sua academia mandou escrever “Não entre aqui quem não souber geometria”. Portanto para Platão só poderia estudar filosofia quem soubesse geometria. Aristóteles foi o criador ou sistematizador da lógica. Isto por si só já mostra a importância da filosofia de Aristóteles para a matemática.

Os historiadores da filosofia afirmam que a Filosofia Moderna se inicia com René Descartes. Segundo pesquisas, ele revolucionou a filosofia, modificando o eixo da discussão filosófica do ser para o conhecer. Descartes é considerado o pai da geometria analítica. E, a principal obra de Descartes intitulada “Discurso do Método” tratava-se de um prefácio para um livro de geometria. Outro contemporâneo de Descartes, Pascal, também deu contribuições para a matemática e para a filosofia. Leibniz é um outro exemplo de pensador desse ramo da ciência que tem grandes contribuições na matemática e na filosofia.

A Matemática é uma ciência que está presente nas muitas aplicações, participando da montagem de modelos e projetos de engenharia ou para uso em tecnologia; possibilitando inclusive o cálculo de trajetórias de planetas, estudando a determinação de órbitas de satélites e a própria quantificação da força de lançamento. Mas, muitos matemáticos não se envolvem com as diversas aplicações da Matemática; pois estão trabalhando evidentemente num mundo de conhecimentos aparentemente distante desta realidade, ou seja apenas identificando essas ações sem participações diretas. A Filosofia da Matemática e a sua Epistemologia parece também não serem consideradas nesse contexto. 

Sabe-se entretanto que fatos importantes que vem acontecendo na Matemática, estão fazendo com que ela se transforme, dando inícios inclusive a outras áreas de estudos e indicando o que podemos estudar hermeticamente nessas transformações. A Matemática não teria o grande acervo que hoje detém se não estivesse resolvendo problemas encontrados do mundo físico ou da tecnologia. Desde os primórdios, a ciência foi se desenvolvendo como instrumento eficaz para descrever o mundo, explicando seus fenômenos. Há aí todo um contexto sobre se é possível tal empreitada, pois questões se põem como a do determinismo e a do que seria o observável. 

A civilização grega já mantinha esse papel para a ciência, mas foi com a publicação dos Principia de Newton que essa ciência pode explicar a realidade objetiva através de inúmeras leis e equações . Contudo, havia uma demanda de novos estudos, pois o mundo se desenvolvia tecnologicamente e as aplicações exigiam aperfeiçoamentos, seja aumentando a velocidade dos barcos com a mecânica dos fluidos, seja desenvolvendo técnicas de navegação com a ótica, seja utilizando balas de ferro ao invés das de pedra com resultados de balísticas. 

Com o surgimento de novos resultados, percebia-se que a Matemática carecia de uma precisão maior que a libertasse de alguns enigmas que feriam a intuição e de fatos que hoje são simples, como a igualdade, mas que não haviam sido demonstrados. Sabia-se apenas que um irracional era aproximado por racionais, de alguma maneira. Uma noção básica como a de curva foi se mostrando fugir à ideia inicial de que "contínuo" era algo "liso" onde sempre se traça uma reta tangente. Teoremas que dependiam da noção de continuidade eram demonstrados recorrendo quase que às figuras geométricas. Enquanto os matemáticos lidavam com irracionais sem conhecer sua verdadeira natureza, no século XVII, teoremas-chave do cálculo não podiam ser estabelecidos. Por exemplo, a prova de Bolzano-Cauchy do valor intermediário para funções contínuas, dependia de propriedades assumidas como verdadeiras por Cauchy e por Riemann, dentre outros. E, assim a filosofia desse nobre ramo científico foi se desenvolvendo até chegar aos nossos dias atuais em que ela vem possibilitando inclusive a criação de novos campos do conhecimento, dado as grandes aplicações que surgiram em muitas outras áreas como na Medicina, Análise de Sistemas, Tecnologias, Arquitetura, Engenharia entre outras.

CONCLUSÃO!
Segundo muitos pensadores que associam e tratam os conceitos da matemática como uma importante fonte de inspiração, aprendizado e filosofia de vida, ela é uma linguagem universal que está sendo utilizada e otimizada para resolver inúmeros problemas, muitos deles relacionados com a economia, saúde e até com o comportamento humano. Então, podemos evidentemente aplicar esse conhecimento complementar e filosófico em nossas relações humanas e da vida para quem sabe equacionar questões do cotidiano e até nos ajudar a encontrar soluções e projetos de viver com mais alegrias e felicidades.

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